TESE
Estabelecido no mercado sergipano já há alguns anos, o ortodontista Luiz Guilherme Maia se prepara para defender sua tese de doutorado na UNESP – Araraquara, no próximo dia 19. Nome à frente da Orthomaia, com trabalhos publicados em todo país e no exterior, desta vez, desenvolveu uma pesquisa utilizando modelos animais para avaliar o impacto que o tratamento ortodôntico tem sobre organismos diabéticos ou osteopênicos. Ou seja, pacientes diabéticos ou portadores de osteoporose podem utilzar o aparelho ortodôntico? e, se sim, quais os cuidados que estes pacientes deverão ter durante o tratamento ortodôntico?
Esta pesquisa foi desenvolvida durante 4 anos, graças a uma parceria entre as Universidades Unesp de Araraquara e Unit de Sergipe que Dr. Luiz Guilherme conseguiu entre essas instituições durante seu curso de Doutorado Pela Unesp de Araraquara/SP.
“Esse sonho só foi possível graças a uma equipe de pessoas determinadas e comprometidas. Graças a essa pessoas eu pude realizar esse sonho!”
Com a defesa do título de Doutor, Luiz Guilherme poderá publicar artigos para elucidar melhos sobre o assunto na comunidade científica e colaborar com os estudos e pesquisa sobre esse tema.
CARREIRA
(Breve relato)
Dr. Luiz Guilherme Martins Maia é graduado em Odontologia pela Universidade de Marília-SP. Iniciou sua formação em Ortodontia e Ortopedia Facial em 1997 na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP/APCD). Em 2003, concluiu o curso de Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial. Fez Mestrado em Ortodontia pela mesma universidade em 2005. Além de atuar na Orthomaia, pertence ao corpo docente da Universidade Tiradentes.

Agradecimentos especiais:
Orientador: Luiz Gonzaga Gandini Jr
Co-Orientador: Ricardo Luiz de Albuquerque junior
Aos meus alunos, Bolsistas de Iniciação científica do curso de Odontologia da Universidade Tiradentes: Lucas Sandes, Renata Labio, Ismario, Douglas Costa, Valber Tenório e João Renato Macêdo. Em especial ao amigo Lucas Sandes pelo esforço adicional no desenvolvimento da Diabetes experimental no biotério do ITP (Instituto de Tecnologia e Pesquisa).


